Inesita na Costa Rica


De San José, capital da Costa Rica, chega-se a Manuel Antonio, litoral do Pacífico, em 4 horas, por terra. Também é possível ir em aviões pequenos, mas o percurso por terra já faz parte do passeio por toda a exuberância multicolorida do lugar.
Na região, ao lado da praia principal, que não é especialmente bonita, mas agradável, está o Parque Nacional Manuel Antonio, que permite concluir que foram mais inteligentes do que nós, preservando da especulação imobiliária predatória praias lindas e animais nativos.
Dentro do parque, praias que lembram as do litoral norte de São Paulo antes de serem tomadas pelos condomínios, lanchas e bares – águas calmas e todo o verde ao redor. E não é só: os macacos, muitos, vêm espiar os visitantes. São tão amistosos que interagem, como verdadeiros anfitriões.
Pelas trilhas no meio da mata, bem sinalizadas, se vai facilmente de uma praia a outra. Todo o tempo se veem preguiças nos troncos das árvores e quase se tropeça em guaximins amistosos, que passam de lá para cá.
Nota-se, dentro e fora do parque, cuidado com a preservação, com alertas educativos  e precauções para que o ambiente não se deteriore, como se vê acontecer cotidianamente embaixo dos nossos olhos.
Fora do parque, um lugarejo de praia como outros: barracas de artesanato local, restaurantes de frutos do mar, pousadas simpáticas.
O povo é amistoso, amável, sem nenhuma afetação, cheio de gentilezas. A um “gracias” sempre se segue “con mucho gusto”. A arrumadeira do meu quarto, todo dia, deixava um “regalo” em forma de diferentes esculturas com as toalhas de banho.


Tomando um ônibus local, em menos de meia hora é possível chegar a povoados que misturam algo de urbano com um  encantador ar meio caipira.


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